quarta-feira, 4 de janeiro de 2023
sábado, 10 de dezembro de 2022
Duas crônicas minhas do livro COISA CAFÉ (relançamento da segunda edição em 2023, com atualizações)
PRIMAVERA ÁRABE,
VERÃO TURCO E INVERNO BRASILEIRO
Os terrenos de guerrilha surgem sem cerimônia, sem
medo de criar felicidade, de ser feliz. São os campos de batalha democrática
quando governos eleitos pelo povo não atingem, por muito tempo, a justiça do
bem estar geral.
O redespertar
de protestos de rua nos últimos quatro
anos em todo o mundo houve como protagonista a primavera árabe contra a tirania
de alguns governos e os indignados, como
chamam os europeus, esses que têm ido às
ruas protestando contra os mandos e desmandos de uma outra tirania, aquela
provocada pela econômia que tem sido
incapaz de manter crescimento e desenvolvê-la além do decadente objetivo de
grandes lucros.
Os protestos na Turquia e, na mesma semana, no Brasil,
com a brutalidade policial de ambos os países no seu confronto às populações
alçadas em sã demonstração de protesto
contra poderes autoritários e irresponsáveis no trato de suas obrigações como
educação, saúde e planejamento urbano de qualidade, demonstram o quanto, em
geral, ainda somos uma sociedade dominada por falsas ideias de bem estar social,
ordem pública e ainda mal gerida no
sentido de saber lidar com o pensamento discordante em busca de consenso e
civilidade.
A crise na Síria, por sua vez, assume cada dia
dimensões tristes, trágicas, traumáticas. Está sendo afirmada aqui também a incapacidade
da ONU em buscar consenso entre as partes com o objetivo de garantir os
direitos humanos. Assumir os processos de transição sem uso de força não é
coisa que entende ou pretende o governo Sírio, ao menos é o que o mundo pode
perceber até o momento. Milhões de pessoas agora passam fome, crianças estão sem
teto, mulheres com seus filhos, para sobreviverem ao massacre, fogem para as
fronteiras que, diga-se, nem essas estão salvaguardadas neste inferno que se tornou
a Síria com as guerras internas.
Enfim, a
catástrofe humsunitária na Síria deixa um ponto de reflexão básico para os
governos do mundo contemporâneo: o tal quarto poder, como costuma ser chamado a
força da TV, da imprensa escrita já não se garante como fonte informativa,
excessão as mídias progressistas, alternativas. A imprensa, sabemos é fonte de
publicidade manipulativa. As redes sociais da internet que poderiam ser uma
força motriz no que tange aquelas causas incontestavelmente justas da liberdade
de expressão, não violência, igualdade, começam a ser utilizadas também para
manipular opiniões, com notícias falsas, as fake news.
Vivemos, porém, o renascimento de conceitos muito
caros aos despertos de todas os tempos? Liberdade, igualdade e fraternidade.
Obs.: O G8 que outra vez se reuniu esta semana para o
seu bla bla bla e bla habitual sem graça de clubinho decadente me estafa e nos
enfada pelas horas de serviço e dinheiro público gastos para que os delírios de suas potências (?) sejam assinalados
para o mundo.
Quando a
Realidade Imita a Ficção
(Crônica publicada no Jornal TRIBUNA DA
IMPRENSA em 2001)
Eis aqui uma
boa imagem do que vem ocorrendo com a humanidade: “Os terráqueos que podem
pensar estão se assustando com aqueles que não podem pensar”. Eu acrescentaria:
os que podem pensar estão se assustando com os que deixaram de pensar. Eles
podem, mas não querem, pois auto-asilaram seu pensamento em troca de poder,
grana, sofrem com uma doençaconhecida como vaidade de baixo nível.
A frase
destacada acima é do filme Plano 9 do Espaço Exterior, do cineasta Ed Wood,
considerado o pior cineasta de todos os tempos, e se refere aos mortos de um
cemitério que são acionados por alienígenas, extraterrestres. Em outra passagem
da película um oficial americano diz, indignado, que os alienígenas atacaram uma
pequena cidade, porém repleta de seres humanos. Realmente há um abismo que separa esse militar
(personagem do filme) dos atuais oficiais protagonistas que atuaram no episódio
(real) dantesco e intervencionista da OTAM na Iugoslávia, quando atacaram
inocentes civis, tendo alardeado antes que lá estavam para protegê-los. Uma
gente já aterrorizada pelo sangue da guerra e da perseguição étnica. Crianças,
idosos, famílias inteiras separadas, mortas, traumatizadas pelo destempero de
duas facções loucas e desumanas, OTAM/ Milosevich .
No filme, os
alienígenas mandam uma mensagem que resumidamente parafraseio assim: apesar de
não aprovarem alguns dos nossos métodos, estamos aqui para o bem da humanidade.
Parece mesmo que neste ponto do discurso a realidade imitou a ficção. Temos que
dar parabéns ao Ed Wood, afinal este seu trabalho segue uma certa tradição da
ficção científica: dentro de poucos anos ela se torna realidade.
Claro, para
nossa época o filme parece uma comédia, mas a ideia do diretor foi fazer um
filme de terror. Um terror também são os efeitos especiais do filme ou, por
exemplo, o diálogo entre um oficial e sua esposa. Ele, convocado para uma
missão, se despede. Ela diz algo assim: “dormirei agarrada ao seu travesseiro e
assim não sentirei tanta falta”, ao que o esposo responde, com muita
propriedade e um largo sorriso condescendente: “Tolinha”.
Deixando de
lado esses apontamentos de ordem técnica e de mentalidade, entre outros,
podemos afirmar que o tema e o tom de terror que a ficção apresentou, se
realizou e se realizará toda vez que for vantajoso para os EUA.
Por que será
que “pelo bem da humanidade”, não se busca a paz e o fim da miséria na África?
Por que não se investe o mesmo montante destinado à indústria bélica à
finalidade de eliminar a fome nos países mais pobres?
A diplomacia e
a fraternidade devem e hão de crescer como a grande conquista da humanidade sem
a qual não passaremos de escravos de um lado e selvagens do outro. Interesses
comerciais e de dominação não podem reger um mundo que adentra o terceiro
milênio. Num mundo qu esse quer avançado, evoluido pensar e reagir é preciso e
urgente, mesmo que seja navegando na Internet.
Essa crônica
publicada originalmente no jornal Tribuna da Imprensa, um ano antes do ataque
das torres gêmeas nos EUA que deu origem a outros ataques, invasões e
mortandades pelo mundo a fora com a desculpa de estarem protegendo o mundo, de
estarem contra o mal. Essa crônica meio
comentário sobre cinema, meio crítica política vem mais uma vez mostrar que
também nesse sentido, às vezes, um simples texto remete a algo que ainda será
repetido, tantas e tantas vezes: a estupidez humana. (20/06/2013)
Obs. Segunda tiragem:
Essa crônica relida hoje, dezembro de 2022, nos indica que a obserção feita na
primeira edição e tiragem estava correta como previsão. Muito ocorreu nesses 10
anos pelos diversos tentáculos da tirania no Brasil e no mundo. A democracia em
atacada ferozmente por todo de movimento cujas influências advêm de grandes
grupos mundiais neonazifascistas. Entradas e saídas vergonhosas dos imperialistas
de países que ajudaram adestruir em nome do “’e para o seu bem”. Só fazendo
piada, chages, usar o humor para não sentar e chorar diante dessa falácia. Veio
a pamdemia no fim de 2019 que ainda vige. A invasão da Rússia à Ucrânia que,
diga-se, tem um governo cuja intenção, pós tomada da Criméia pelos Russos em
2014, é proteger suas fornteiras com o apoio da OTAM, leia-se EUA, indica que a
história imperialista continua, de um lado ou outro. Democracia e justiça
social ainda não é o mote do novo humano que tantos falam e eu também em meu
livro Transição Planetária – o novo humano, de 2018. A autora.
sexta-feira, 2 de dezembro de 2022
Planeta rima (livro infantojuvenil para 2023)
Do meu livro: Planeta rima (infantil)
fazer graça
E no seu álbum tem ou não tem
foto de um baile e muitos à fantasia
#Introdução do Novo Livro Sobre a Transição Planetária e do Sistema Solar
Acompanhe os novos capítulos aqui nesse blog.
Introducão
Todos
nascemos e imediatamete passamos a sermos “reféns” de um sistema, uma
sociedade, uma cultura. A palavra “refém” parece exagerada, inapropriada, pois
passa a ideia de um, inicialmente, determinismo, não bastasse a própria
biologia a qual estamos atrelados naturalmete.
Introducão
Todos
nascemos e imediatamete passamos a sermos “reféns” de um sistema, uma
sociedade, uma cultura. A palavra “refém” parece exagerada, inapropriada, pois
passa a ideia de um, inicialmente, determinismo, não bastasse a própria
biologia a qual estamos atrelados naturalmete.
Nascemos e somos dependentes de alguém que cuide
de nós, nos alimente e proteja.
Para
refletirmos: não se trata de teoria da conspiração: será que somos assim
biológicamente por um motivo muito objetivo e não propriamente estarmos num
contexto puramente evolutivo segundo a concepção Darwiniana? Teríamos sido
concebidos desse modo por raças extraterrestres e/ou etéricas/intraterrenas para
terem tempo hábil nesse percurso do bebê ao adolescente de nos dominarem a
mente, “modelando” um pouco nossas capacidades? Pois nossos hábitos, religiões,
cultura, mentalidade só tomam certa dimensão em nossos cérebros se tiverem
tempo para nos imporem sistemas de controle sem que pareça algo impositivo além
da hierarquia terrestre, local.
Será
que desativaram em nossa espécie um tanto das assim ditas “hélices” de DNA para
ser mais fácil nos dominarem?
Somos a espécie que mais tempo leva para caminhar
depois do nascimento. Ainda assim somos os seres mais complexos da Terra. E
ainda que algo parecido com o que comentei acima tenha ocorrido, pensemos, de
qualquer modo tivemos os grandes artistas, mestres, cientistas a inspirar
tantos!
Temos capacidade de adaptação e criatividade em
suprirmos as necessidades de sobrevivência que são estranhamente desenvolvidas a
ponto de chegarmos a “criarmos” necessidades – o que, seguindo o pensamento do
parágrafo acima - em verdade criaram para nós.
Com as diversas crises atuais como a energética,
a ecológica, a de alimentos para uma população de quase 8 bilhões de pessoas,
em meio a guerras, migrações e da crise de valores nos sentimos perdidos, num limbo, tudo se agravando com a
pandemia iniciada ao fim do 2019: desemprego, fome, aumento da crise na
educação, aumento da violência geral - principalmente contra mulheres e
crianças - as desigualdades que ficaram barbaramete nítidas, e o agravamento de
doenças psíquicas, a ansiedade, a depressão entre outras.
Eis uma lista inicial da realidade desafiadora e
instável que se nos apresenta – nós, aqueles humanos, como disse acima, complexos
e contraditórios - que estamos a enfrentar e enfrentaremos ainda. Mas também passam
por algumas mudanças todos os seres vivos de Gaia, a nossa Majestosa Mãe Terra,
o reino mineral, o vegetal e o animal.
Nunca estamos parados, nem o planeta, nem o
sistema solar, nem a galáxia, nem o conjunto local de galáxias. Também no
sentido pessoal e coletivo tudo muda, se movimenta e o que determina se algo
será de um jeito ou outro ou de diversos outros jeitos é a frequência, o modo
como sentimos, pensamos, agimos, vibramos.
Mas, gostaria de comentar algo importante que,
talvez, muitos dos que aqui estão lendo já o saibam. Estamos entrando num local
da galáxia que, segundo os esotéricos mais estudiosos e cientistas, estamos
entrando no Cinturão de Fótons que nos deixa mais alinhados com uma quantidade
maior de Luz. Luz é informação, é frequência maior. Estamos mais alinhados com
o dito Sol central galáctico, Alcyone. Há
também um “Buraco Negro” bem no centro da glaláxia, cuja a força atrativa
captura as estrelas mais próximas que também são as mais antigas, assim criando
essa forte luz ao seu entorno dando essa luminosidade forte. Estamos em verdade
muito longe dessa origem galáctica surgida há 15 bilhões de anos. Nosso sistema
solar está num “braço” de sua espiral dito Braço de Órion, que é dos mais
recentes da galáxia, 4 bilhões e meio de anos. Assim, devido a atual posição do nosso sistema
solar neste momento recebemos mais luz, pois essa órbita do nosso sol, segundo
dizem os esotéricos, orbitaria o sol central de Alcyone que é a maior estrela
das Pleiades. O Cinturão de Fótons é um tipo de anel que rodeia o conjunto das
Pleiades em órbita diferente como verão abaixo. Essas seriam nebulosas que são
os berços das estrelas. Como as Pleiades são mais jovens até que o sistema
solar nosso, bem menos de bilhão de anos, essas nebulosas ainda estão se
afastando. Por exemplo: a nebulosa do nosso sistema solar que surgiu a 4
bilhões e 500 mil anos já nem é vista por nossos cientistas nem por nossos
equipamentos atuais.
A Transição Não é Só Planetária
A Transição não é só Planetária, mas de todo o
quadrante desse “braço de Órion”, onde estamos na via Lactea.
obs.:Continua!
Por Tânia Barros
OBS.: proibida a cópia sem minha permissão da autora e sem a menção da autoria.
(...)
https://brazil-books.blogspot.com/2022/12/introducao-do-novo-livro-sobre.html
terça-feira, 6 de setembro de 2022
200 Anos da Independência do Brasil
sexta-feira, 2 de setembro de 2022
Meu livro infantil de 2022 "Viagem pelas estrelas"
Zenastro e Miguel em
Viagem pelas estrelas
Livro em homenagem à astronomia e ao meu neto Miguel!
Preço: 25 reais.
Com ilustrações belas, uma aula de astronomia para os pequenos.
3 à 7 anos.
Venha, estou também neste site para lições de Português, redação, literatura, para estrangeiro.
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